
segunda-feira, dezembro 24, 2007
domingo, novembro 25, 2007
Continuação

sexta-feira, novembro 16, 2007
Sobre o morrer
terça-feira, novembro 06, 2007
Aquelas duas - parte II

E as duas andaram, andaram, andaram. Até suas tripas diziam '- Pare. Nós não aguentamos mais. Se andarem mais um pouquinho nós mostraremos quem somos. Não temos medo de gatos.' Parecia não ter fim o caminho para casa. Mas era o efeito. Até que encontraram o jantar. O menino. O jantar. Que parecia também não ter fim. Era o efeito. Era o menino. Era o jantar.
(Créditos pela imagem: http://malach.deviantart.com/art/Prima-Nocte-press-photo-64170931)
sexta-feira, novembro 02, 2007
Devendo

Beseech
sexta-feira, outubro 12, 2007
Parte I - as duas humanas
terça-feira, outubro 02, 2007
What have I become?

sábado, setembro 29, 2007
Tudo o que eu quiser

" - Você realmente não entende, não é? - disse. - Eu não quero tudo o que eu quiser. Ninguém quer. Não realmente. Que graça teria ter tudo o que se deseja? Em um piscar de olhos e sem o menor sentido. E daí?"
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Alguma coisa você aprende sempre. Nem que tenha que ouvir de uma criança corajosa com um amigo gato-falante-não-falante como a Coraline ;)
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segunda-feira, setembro 24, 2007
O paradoxo da abelinha

domingo, julho 22, 2007
Qualquer coisa sobre o agora

segunda-feira, julho 16, 2007
No meio dos meus lixos.

Era uma vez uma pessoa feliz que adorava ouvir música e detestava a própria voz.
Era uma vez uma garota que não sabia que era feliz e estava sempre triste.
Era uma vez uma menina triste que achava que não era triste e parecia sempre feliz.
Era uma vez uma mulher que só às vezes se comportava como uma mulher e não como uma garotinha
idiota
querendo proteção.
Era uma vez um animalzinho medroso e fugitivo que sempre enfrentava a escuridão e o perigo coom se pudesse vencer tudo. E nada fosse machucá-lo.
(Era uma vez uma vida confusa.)
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(um 'achado' no meio das velharias. escrito em agenda velha. valoroso ;P)
terça-feira, julho 10, 2007
Hum...
segunda-feira, junho 25, 2007
Ali sentada

domingo, junho 10, 2007
segunda-feira, junho 04, 2007
Algumas coisas
- Algumas vezes, para algumas coisas, você não pode fazer mais nada.- Quem foi que disse isso?
- Foi num sonho que eu vi isso. Às vezes eu vejo coisas em sonhos.
- Hum... eu sempre acho que dá pra fazer alguma coisa e mudar essas coisas que dizem que não dá mais pra mudar porque já estão escritas... essas bobagens todas de destino...
- Destino. Bobagens de destino... Uma vez eu disse que não queria mais colecionar amores, só histórias. Colecionei algumas histórias e depois veio de novo o amor. Agora não sei mais se mudei o destino (pq não era para eu ter mais amores, só histórias), ou se eu me confundi sobre ele. Ou se estou agora juntando histórias de amores. Amores que também precisavam de amores e não só de histórias. Vá saber...
- Mas se você fosse um gato, aposto que você faria.
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[No sonho estávamos nós ali, sentadas, em cadeiras brancas de metal. De repente ele chegou e abraçou. Antes beijou os seus pés, e a adorou. E a abraçou, abraçou, abraçou. Abraçinhos lindos e apertados, quase com sono. E eu fiquei olhando. Pensando que não podia fazer mais nada. Que era uma daquelas coisas em que não se pode fazer mais nada...]
sábado, março 31, 2007
Atempadamente

É engraçado dizer que o tempo falta. Pq ele tá sempre aqui. Passando. Parando. Tendendo ao tédio muitas vezes. Mas me falta. Até para respirar, às vezes. O tempo fica me sufocando e implorando para eu aproveitá-lo. Mesmo que não o usando. De preferência, não o usando. Tempo gasta. Não acaba nunca. E falta ao mesmo tempo. Prefiro o tempo quando o tempo não me diz o que fazer. E o tempo de ócio é um bom tempo sim. Ficar explorando o tempo sem cuidar o tempo explorado. Por isso que eu gosto dos gatos.
"Tempo, o que é o Tempo?
Eu queria saber como te dizer por que é doloroso saber...
Nós não somos máquinas!Tempo, o que é o Tempo?
Destranque a porta e veja a verdade!
Que Tempo é o Tempo novamente.
Vivo minha vida numa fortuna de sonhos eternamente..."
[ Time what is time? - BLIND GUARDIAN ]
**Tradução colada de um fotolog (http://www.fotolog.com/insanityoz)
**Foto e gato da Ataísa.
domingo, março 18, 2007
Vincent

Na próxima vida quero ser um gato. Mas um gato de rua. Independente, irresistível, preto. Não um gato fofo, meigo, dependente, louco e que acha que é super-herói. Igual a alguém que eu conheço. E que estou morrendo de saudades...
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[por enquanto sem posts, estou sem pc e morando em Salvador. mas logo o pc vem. e os posts, espero que também... beijos para os fiéis escudeiros q ainda aparecem por aqui ;***]
sexta-feira, janeiro 26, 2007
Love is

Ontem um vampiro me mordeu.
Ele era esquisito. Não queria me levar o sangue.
Queria me convencer a morar nas suas terras.
Ele tinha orelhas pontudas, usava um arco nas costas e vagava entre os mundos.
Eu quis trazer ele para o meu mundo, afinal, nunca tinha visto um vampiro como ele.
Mas, para esse vampiro, o meu mundo era demasiadamente frio. E humano.
E ele não gostava de humanos.
Mordeu-me porque eu não era humana. Já era uma vampira quando ele me mordeu.
Mas era incrível, pois eu tinha o sangue que ele precisava, mesmo assim.
E ele não era um vampiro de verdade. Era um elfo, e eu não sabia o que era isso.
E me mostrou o seu mundo.
E eu achei inacreditavelmente perfeito,
como jamais imaginei que houvesse.
;*****
[Isso era para ser uma poema de verdade. Mas no fim, se transformou em declaração, depoimento de orkut. Eu fiz no ano passado para o Rao. Postei hoje pq combina com o dia ;) E dá-lhe literatura vampiresca, hehe.]
segunda-feira, janeiro 22, 2007
.Poema de um ponto.

Álcool e carne desprendida no espaço! Sem humanidade, sem doçura, metade de um ser, onde somente Caim habita!
Uma imagem que sempre tem no fundo garrafas brilhantes dispostas simetricamente. Moldura pouco minimimalista para Ela em seu paraíso de taças e futilidades. Cenas bizarras no frontal triangular no templo de Perséfone. - Por favor, um pouco de Baudelaire e um Marlboro Red!
Por tantas vezes fechei os meus olhos com força em meio à madrugada! Pretendia espantar o medo de encontrar olhos tão tristes e corpo cansado, intoxicados por poções e perturbados por pensamentos inacabados e coração tempestuoso.
Medo que a encantadora velocidade dos acontecimentos fosse destruída por uma realidade que não queria crer existir. No calendário Maia o sol retorna ao seu ponto inicial. Agora!? Agora a certeza! Por isso em parte acalmo meu coração por não mais ter que imaginar alguém que nunca existiu, e por outro, finalmente em toda a loucura de viver, poder me arrepender de algo!
Infelizmente todo o ódio da crucificação da areias de Jerusalém! Todo a dor das orações e todo o sangue derramado pelos pecados... foi me entre como um pequeno presente! Na Caixa de Pandora... nem mesmo a esperança de carinho resistiu a tanto mal!
Livre de tudo e de todos... me refresco na brisa salgada do mar e admiro com devoção o pôr-do-sol atlântico. Sou gênesis novamente! O cheiro do enxofre se dispersa em meio a imensa felicidade!
Lá vai Ela em passos etílicos ela novamente se misturar à multidão! Tenho certeza que não posso mais encontrá-la! Sem brilho... somente mais um rosto anônimo e estéril.
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(Não é de minha autoria. É para lembrar que nem sempre é o destino. Às vezes pode muito bem ser a ocasião. E assim dizia Butter, o pato)




