segunda-feira, dezembro 24, 2007

Natal sem os gatos


Humpft.... natal sem vincent e camille. Espero que eles tenham comida molhadinha :)

domingo, novembro 25, 2007

Continuação


E elas foram para o norte. Encontrar aqueles que consideravam amigos. Mas elas eram gatos? Ou humanas? Na verdade as personagens dessa história são gatos que podem se transformar em humanos. Quando quiserem, não. Só às vezes. Na maioria da história são gatos. Humanas de vez em quando. Quando precisam. Não são poucas vezes. Essas que precisam. Agora encontraram novamente aquele humano que não se tramsforma em gato. É só humano. Mas tem poderes. E elas gostam (e têm medo, um pouco) desses poderes. Mas estão de posse da "maximator" no momento. Nada parece dar medo. Embora tenham. E muito.

sexta-feira, novembro 16, 2007

Sobre o morrer



- Vou contar uma coisa para você. Mesmo que você fique brava.

- Diz.

- Eu poderia morrer agora.

(e eu me senti feliz. e depois triste. e depois fiquei sem saber como me sentir...)





terça-feira, novembro 06, 2007

Aquelas duas - parte II




E as duas andaram, andaram, andaram. Até suas tripas diziam '- Pare. Nós não aguentamos mais. Se andarem mais um pouquinho nós mostraremos quem somos. Não temos medo de gatos.' Parecia não ter fim o caminho para casa. Mas era o efeito. Até que encontraram o jantar. O menino. O jantar. Que parecia também não ter fim. Era o efeito. Era o menino. Era o jantar.


(Créditos pela imagem: http://malach.deviantart.com/art/Prima-Nocte-press-photo-64170931)

sexta-feira, novembro 02, 2007

Devendo


Can you feel the wind blow, closer day by day

Blowing with a motion, for a brand new day

Demonchild, why have you been gone

Do you still miss, miss your family

Oh, I'll bet it hurts to loose so much

Can you feel the wind blow, closer day by day

Blowing with a motion, for a brand new day

Demonchild, what have you been throughI can still hear, hear you crying

So you better find a cure

Can you feel the wind blow, closer day by day

Blowing with a motion, for a brand new day


Little Demonchild
Beseech

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(quando a gente tem um blog acha que se ficar muito tempo sem postar está devendo alguma coisa para ele. tipo os gatos quando ficam um tempo sem dar atenção para você. acontece com eles. acontece com você :)

(volto a escrever o livro qualquer dia desses. isso. aquele último post é o início de um livro que eu iniciei. sim. nem eu acredito. lol. esse post vai fazer parte dele quando eu tiver oitenta anos e publicá-lo. na foto, o vento: um gato.)

sexta-feira, outubro 12, 2007

Parte I - as duas humanas


- Bobalhão, disse o passarinho! - e as duas humanas avançam rindo muito a caminho de casa. Da casa de uma delas, pois a outra não morava na cidade onde elas faziam faculdade na época. Pareciam entorpecidas as duas, mas vá saber... Nunca se podia saber nada sobre aquelas duas.

terça-feira, outubro 02, 2007

What have I become?


Aquilo que outrora me incomodava tanto em mim agora parece que poderia ter sentido se voltasse a fazer parte do meu eu. Sempre achei que perdendo o que fosse ruim, me tornaria melhor. Não me tornei melhor. Não me tornei pior. Não me tornei.
(...)
"What have I become?My sweetest friendEveryone I knowGoes away in the end" (Hurt - como sempre)
...

sábado, setembro 29, 2007

Tudo o que eu quiser



" - Você realmente não entende, não é? - disse. - Eu não quero tudo o que eu quiser. Ninguém quer. Não realmente. Que graça teria ter tudo o que se deseja? Em um piscar de olhos e sem o menor sentido. E daí?"

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Alguma coisa você aprende sempre. Nem que tenha que ouvir de uma criança corajosa com um amigo gato-falante-não-falante como a Coraline ;)

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segunda-feira, setembro 24, 2007

O paradoxo da abelinha


Algumas coisas enchem o saco. Só. Outras são dolorosas e enchem o saco. Pessoas que gostamos às vezes enchem. Trabalho às vezes enche. A vida enche, da forma como se apresenta. Não-vidas enchem desesperadamente o saco da forma como não se apresentam também. Agora, você nunca vai saber o quanto enche o saco pegar um Itinga lotado e passar por isso toda a semana. Aliás, mesmo quando não precisar mais do Itinga lotado, ela tem certeza que continuará de saco cheio disso. A abelhinha não agüentava mais voar sobre esse mundo onde ela veio parar, dessa forma. Encheu o saco. Mas ela era muito meiga para picar aquilo que estava enchendo o saco dela. O lugar de onde ela veio não era onde ela queria ficar. Mas o preço que ela estava pagando pelo mel já estava enchendo o saco também. Agora, exatamente nesse momento, não era sua vida que incomodava, exatamente. Mas o lugar onde ela estava vivendo ela. E ela se perguntava a todo momento se estava vivendo, realmente. Com certeza, precisava consultar seus amigos gatos para saber.


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domingo, julho 22, 2007

Qualquer coisa sobre o agora


Cansada dessa vida parecida
Todos os dias eu procurava sentido
em bares
na rua
tropeçava em paixões
sempre ilusões
Escorregando em sentimentos
Cansado de toda a mentira
Por acaso, agora,
derrotado
estou
contradizendo tudo
me sentindo completo
chorando
e não acreditando
que agora sou feliz.
...
[qualquer coisa que escrevi um dia, um pouco modificada pq eu estava muito afetada pela expressão 'garrafas & cigarros' na época em razão de querer ser natasha, aquela que usa salto 15 e saia de borracha, e tem 7 vidas, mas ninguém sabe de nada.]
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Estou tão cansada agora.
Queria um livro de vampiros agora.
Queria assistir a algum filme que tivesse beleza agora.
Queria poder aprender com alguém qualquer coisa boa agora.
Queria uma festa maravilhosa agora.
Queria entrar em um hospício agora.
Queria fumar um agora.
Queria beijar alguém agora.
Queria não precisar usar corretivo agora.
Agora queria dormir.
...
[só perda de tempo. nada com valor literário. mas um dia o papel vai fora é é bom ter as besteiras ridículas guardadas.]

segunda-feira, julho 16, 2007

No meio dos meus lixos.


Era uma vez uma pessoa feliz que adorava ouvir música e detestava a própria voz.
Era uma vez uma garota que não sabia que era feliz e estava sempre triste.
Era uma vez uma menina triste que achava que não era triste e parecia sempre feliz.

Era uma vez uma mulher que só às vezes se comportava como uma mulher e não como uma garotinha
idiota
querendo proteção.

Era uma vez um animalzinho medroso e fugitivo que sempre enfrentava a escuridão e o perigo coom se pudesse vencer tudo. E nada fosse machucá-lo.

(Era uma vez uma vida confusa.)

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(um 'achado' no meio das velharias. escrito em agenda velha. valoroso ;P)

terça-feira, julho 10, 2007

Hum...


Hum...
Um café
Um cigarro
Um trago.
Não. Tudo isso não é vício.
(mas isso só foi o início)
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Uma tempestade. Uma morte de frio. Tudo muito gelado, que chega a doer.
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Tem lá e não tem aqui. Mas tem muita coisa que tem aqui e não tem lá. Também.
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Vou sentir saudades, bebê =)

segunda-feira, junho 25, 2007

Ali sentada


Fiquei ali sentado, sentado sobre as mãos...
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Não sei o que é (é raro eu saber o que é). Mas sempre sei o que não queria que fosse (a gente sempre sabe o que não queria que fosse, principalmente quando fica tendo impressões de que é, e pronto). Mas quero deixar bem claro que não queria que eu fosse assim. Os vampiros ficariam orgulhosos. Os gatos, nem todos.
Quero conseguir respirar aliviada por ter achado que era, e não ser exatamente aquilo que acho sempre (e que me persegue nos meus sonhos). Mesmo que seja. Mas que não seja exatemente como eu penso (ou deliro, ou sonho). Quero que seja menos cruel. Mais aliviante. Que me torne menos assim. Mais do jeito que eu deveria ser, se fosse um gato. Um gato menos Vincent, mais Lua, que não existe.
(mas de qualquer forma, é bom poder deitar na grama e delirar aqui... só falar não adianta... embora ainda tenha muito o que falar...e continuar me perguntando - pro resto da vida talvez - o porquê de ser assim comigo, sempre.)
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(eternamente e para sempre. para sempre e eternamente).

domingo, junho 10, 2007

Novamente o tempo







E o que vem a ser o tempo, senão aquele que monta sobre você e o cavalga?

segunda-feira, junho 04, 2007

Algumas coisas

- Algumas vezes, para algumas coisas, você não pode fazer mais nada.

- Quem foi que disse isso?

- Foi num sonho que eu vi isso. Às vezes eu vejo coisas em sonhos.

- Hum... eu sempre acho que dá pra fazer alguma coisa e mudar essas coisas que dizem que não dá mais pra mudar porque já estão escritas... essas bobagens todas de destino...

- Destino. Bobagens de destino... Uma vez eu disse que não queria mais colecionar amores, só histórias. Colecionei algumas histórias e depois veio de novo o amor. Agora não sei mais se mudei o destino (pq não era para eu ter mais amores, só histórias), ou se eu me confundi sobre ele. Ou se estou agora juntando histórias de amores. Amores que também precisavam de amores e não só de histórias. Vá saber...

- Mas se você fosse um gato, aposto que você faria.

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[No sonho estávamos nós ali, sentadas, em cadeiras brancas de metal. De repente ele chegou e abraçou. Antes beijou os seus pés, e a adorou. E a abraçou, abraçou, abraçou. Abraçinhos lindos e apertados, quase com sono. E eu fiquei olhando. Pensando que não podia fazer mais nada. Que era uma daquelas coisas em que não se pode fazer mais nada...]

sábado, março 31, 2007

Atempadamente



É engraçado dizer que o tempo falta. Pq ele tá sempre aqui. Passando. Parando. Tendendo ao tédio muitas vezes. Mas me falta. Até para respirar, às vezes. O tempo fica me sufocando e implorando para eu aproveitá-lo. Mesmo que não o usando. De preferência, não o usando. Tempo gasta. Não acaba nunca. E falta ao mesmo tempo. Prefiro o tempo quando o tempo não me diz o que fazer. E o tempo de ócio é um bom tempo sim. Ficar explorando o tempo sem cuidar o tempo explorado. Por isso que eu gosto dos gatos.




















"Tempo, o que é o Tempo?
Eu queria saber como te dizer por que é doloroso saber...
Nós não somos máquinas!Tempo, o que é o Tempo?
Destranque a porta e veja a verdade!
Que Tempo é o Tempo novamente.
Vivo minha vida numa fortuna de sonhos eternamente..."
[ Time what is time? - BLIND GUARDIAN ]

**Tradução colada de um fotolog (http://www.fotolog.com/insanityoz)


**Foto e gato da Ataísa.

domingo, março 18, 2007

Vincent


Na próxima vida quero ser um gato. Mas um gato de rua. Independente, irresistível, preto. Não um gato fofo, meigo, dependente, louco e que acha que é super-herói. Igual a alguém que eu conheço. E que estou morrendo de saudades...
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[por enquanto sem posts, estou sem pc e morando em Salvador. mas logo o pc vem. e os posts, espero que também... beijos para os fiéis escudeiros q ainda aparecem por aqui ;***]

sexta-feira, janeiro 26, 2007

Love is


Ontem um vampiro me mordeu.
Ele era esquisito. Não queria me levar o sangue.
Queria me convencer a morar nas suas terras.
Ele tinha orelhas pontudas, usava um arco nas costas e vagava entre os mundos.
Eu quis trazer ele para o meu mundo, afinal, nunca tinha visto um vampiro como ele.
Mas, para esse vampiro, o meu mundo era demasiadamente frio. E humano.
E ele não gostava de humanos.
Mordeu-me porque eu não era humana. Já era uma vampira quando ele me mordeu.
Mas era incrível, pois eu tinha o sangue que ele precisava, mesmo assim.
E ele não era um vampiro de verdade. Era um elfo, e eu não sabia o que era isso.
E me mostrou o seu mundo.
E eu achei inacreditavelmente perfeito,
como jamais imaginei que houvesse.






;*****


[Isso era para ser uma poema de verdade. Mas no fim, se transformou em declaração, depoimento de orkut. Eu fiz no ano passado para o Rao. Postei hoje pq combina com o dia ;) E dá-lhe literatura vampiresca, hehe.]

segunda-feira, janeiro 22, 2007

.Poema de um ponto.


Álcool e carne desprendida no espaço! Sem humanidade, sem doçura, metade de um ser, onde somente Caim habita!

Uma imagem que sempre tem no fundo garrafas brilhantes dispostas simetricamente. Moldura pouco minimimalista para Ela em seu paraíso de taças e futilidades. Cenas bizarras no frontal triangular no templo de Perséfone. - Por favor, um pouco de Baudelaire e um Marlboro Red!

Por tantas vezes fechei os meus olhos com força em meio à madrugada! Pretendia espantar o medo de encontrar olhos tão tristes e corpo cansado, intoxicados por poções e perturbados por pensamentos inacabados e coração tempestuoso.

Medo que a encantadora velocidade dos acontecimentos fosse destruída por uma realidade que não queria crer existir. No calendário Maia o sol retorna ao seu ponto inicial. Agora!? Agora a certeza! Por isso em parte acalmo meu coração por não mais ter que imaginar alguém que nunca existiu, e por outro, finalmente em toda a loucura de viver, poder me arrepender de algo!

Infelizmente todo o ódio da crucificação da areias de Jerusalém! Todo a dor das orações e todo o sangue derramado pelos pecados... foi me entre como um pequeno presente! Na Caixa de Pandora... nem mesmo a esperança de carinho resistiu a tanto mal!

Livre de tudo e de todos... me refresco na brisa salgada do mar e admiro com devoção o pôr-do-sol atlântico. Sou gênesis novamente! O cheiro do enxofre se dispersa em meio a imensa felicidade!

Lá vai Ela em passos etílicos ela novamente se misturar à multidão! Tenho certeza que não posso mais encontrá-la! Sem brilho... somente mais um rosto anônimo e estéril.

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(Não é de minha autoria. É para lembrar que nem sempre é o destino. Às vezes pode muito bem ser a ocasião. E assim dizia Butter, o pato)

quinta-feira, dezembro 21, 2006

Previously...

Se você procura muito pelas respostas que não sabe, pode acabar perdendo aquelas que já têm.
[de um filme bobo ontem]


Não confunda coincidência com destino.

[Previously on Lost...]