quinta-feira, outubro 09, 2008

Cut

Here

Cut :P

sábado, outubro 04, 2008

Lástima (por smashing p.)


You're gonna walk on home You're gonna walk alone You're gonna see this through Don't let 'em get to you Sh-sh-sh-sh-sh-shame Sh-sh-sh-sh-sh-shame Sh-sh-sh-sh-sh-shame Love is good and love is kind Love is drunk and love is blind Love is good and love is mine Love is drunk all the time Sh-sh-sh-sh-sh-shame Sh-sh-sh-sh-sh-shame Sh-sh-sh-sh-sh-shame Sh-sh-sh-sh-sh-shame You're gonna walk on home You're gonna walk alone You're gonna walk so far You're gonna wonder who you are Sh-sh-sh-sh-sh-shame Sh-sh-sh-sh-sh-shame Sh-sh-sh-sh-sh-shame Sh-sh-sh-sh-sh-shame Shame Shame Love is good and love is kind Love is good and love is blind Love is good and love is mine Love is good all the time Hello, goodbye, you know you made us cry Hello, goodbye, you know you made us cry

O amor é bom e o amor é generoso.

(o amor é bom e o amor é doloroso)

O amor é bom e o amor é cego.

(o amor é bom e amor é ficção)

O amor é bom e é algo meu.

(o amor é egoísta e doce)


Vou caminhar para casa (casa?)

Vou caminhar sozinha (sempre estamos sozinhos?)

Vou caminhar para longe (tão longe...)

Eu quero saber quem eu sou? (você quer?)


Oi e adeus :)

sábado, setembro 20, 2008

quero ser quando crescer


além dos gatos
quero ter amizade com ursos pandas
quero comer broto de bambu
e escrever livros
morar na montanha
e quando der vontade descer dela
dar de cara com o mar que vai estar embaixo
entender de computadores
e ter uma coleção deles
ser (muito mais) criativa
e quem sabe usar óculos de grau
com aros pretos
andar só de camiseta
e quando sair de noite usar corset
fazer tudo com música
inclusive meu trabalho
que não pode ser trabalhoso
e deve me dar prazer
prazer
devorá-lo
como finjo devorar
a minha vida
quero pegar todo o lixo
que não me deixa dormir
e conseguir fazê-lo descansar
em algum lugar que não perturbe
nem a mim
nem a ele próprio
viajar para outras galáxias
e não pensar porque eu devo ou não ser de qualquer jeito
porque a gente cresce
e fica um pedaço
o maior pedaço
sempre criança
e bobo
e perdido no tempo
pedindo para que na nossa maldade
consigamos alguma atenção para ele
[e muito mais coisas...]
Ps: Na imagem, Neil Gaiman. Praticamente quem eu queria ser :)

domingo, agosto 31, 2008

Primavera


Havia um tempo em que os homens eram como que crianças na terra, não sabiam o que era o sol, se espantavam com o vento, com a chuva, com as plantas que nasciam do terra, com as enormes árvores dos bosques, com as flores, com as mudanças do tempo que fazia o vento se esfriar, as as folhas da árvores caírem, as plantas secarem, e até o sol diminuir seu calor, tudo que viam era estranho aos seus olhos, nao sabiam o porquê de nada que acontecia junto deles na terra, e estavam sempre espantados com todos os acontecimentos e com todos os seres que povoavam a terra. Mas uma noite, um velho muito sábio teve um sonho, estava diante de uma montanha enorme, cheia de luz, quando uma voz feito trovão ressoou do cume da montanha, fazendo com que o céu inteiro se entrecortasse de raios e relâmpagos, o velho então caiu de joelhos, e colocando a cabeça sobre o chão, começou a ver imagens de todas as coisas que os homens achavam estranhas na terra. Cada imagem lhe revelava como era de verdade e de onde vinha para a terra. Logo que acordou, o velho sentiu medo, mas umas vozes suaves, como vozes alegres de moças, lhe animavam e lhe traziam à memória todo o acontecimento de seu sonho. A partir de então saía pelos lugares cantando em alta voz todas as coisas que as moças invisíveis lhe falavam, e todas as visões de seu sonho eram narradas continuamente a todo o povo. Surgiu a partir de então o sentido para todas coisas do mundo, as pessoas souberam então que habitavam uma terra formada por deuses, os quais revelaram ao velho sábio todos os mistérios que envolviam a terra e tudo que nela acontecia, e para que o velho não esquecesse o sonho, ordenou o deus maior que a voz de suas sete filhas mais sábias, filhas geradas de sua "Memória", estivessem sempre presentes na memória do velho. Assim nasceu a poesia, e esta é que produziu o sentido do mundo para aqule povo, e chamaram o velho sábio de poeta cantor, pois este cantava e lhes revelava todos os mistérios do mundo que habitavam. A partir de então, havia uma história para explicar todas as coisas que aconteciam na terra. O sol era filho do deus mais poderoso, e sabia todas as coisas da terra e dos outros deuses, e as coisas que aconteciam na terra era resultado da vontade de muitos deuses. Diziam que havia uma deusa, chamada Deméter, que significa "mãe da fertilidade", esta era muito boa e dava a vida para as plantas, e as fazia crescer, pedia ao sol que aumentasse seu calor e trazia então a chuva sobre as terra, e tudo sobre a terra reverdecia e nascia e crescia, os homens se alegravam e faziam festas pelas colheitas fartas. Tal deusa tinha uma filha pequena, chamada Perséfone, era esta uma mocinha muito bela e alegre, que vivia a correr pelos jardins e a colher flores, a qual era muito amada por Deméter. Um dia um certo deus, chamado Hades, que era rei de um reino escuro debaixo da terra, que os homens chamavam de reino dos mortos, resolveu abrir a superfície da terra para espionar os homens vivos, e deu de cara com a princesinha Perséfone, sem pensar duas vezes, Hades raptou a bela mocinha, Perséfone, e levou-a para seu reino subterrâneo. Deméter ficou muito triste com o sumiço da filha, pois ninguém sabia contar-lhe o que se passara com ela, apenas alertada por um grito da filha, Deméter ainda correu à sua procura, gritando o seu nome pelos campos. Desesperada, percorreu o mundo inteiro, com uma tocha acesa em cada mão e um fio de lágrimas em cada olhar. Na sua busca encontrou Hécate numa encruzilhada, que ouvira Perséfone gritar mas não vira quem a levara; o sol, porém, que tudo via, revelou a identidade do raptor...Depois de nove dias e nove noites, desiludida e cheia de dor, Deméter envelheceu como se muitos anos se tivessem passado e a felicidade fosse agora um sonho longínquo: a sua beleza desfez-se, a sua alma ressecou-se de desgosto, a pele murchou, o olhar escureceu-se. Tornou-se estéril e a vegetação sob seu domínio respondeu da mesma maneira, tornando a terra infértil e árida, trazendo a fome e a desolação aos homens, que nao mais faziam festas.Parecia que toda a humanidade ia morrer, e até os deuses se viram privados dos sacrifícios e oferendas que estavam habituados a receber dos homens depois da revelação ao velho sábio da terra.Então disse Deméter ao deus mais poderoso entre os deuses: se a minha filha não voltar para mim, a terra permanecerá como a minha própria existência: vazia e seca como um deserto! Perturbada a ordem natural, Zeus teve de intervir junto de Hades, pedindo-lhe que libertasse Perséfone e aplacasse assim a dor daquela mãe. No entanto, Perséfone, perdera já a inocência de menina e a possibilidade de retornar à sua existência anterior. Vivia agora com Hades e já havia se alimentado dos frutos do mundo subterrâneo, o que a ligava para sempre àquele triste lugar.Zeus deliberou e proferiu então a sua sentença: durante nove meses de cada ano, Perséfone viveria com sua mãe, mas nos três restantes devia voltar para Hades e governar enquanto rainha do mundo subterrâneo.Quando Perséfone regressou à superfície e abraçou a mãe, ressurgiu o tempo da abundância. Os dias voltaram a ser feitos de sorrisos, alegrias e luz. Os dias ganhavam às noites. As árvores floriam, davam frutos que amadureciam e os homens colhiam o seu sustento. A terra era fértil e generosa.Mas quando Perséfone desceu novamente às entranhas da terra, as flores murcharam e desapareceram, as árvores perderam as suas folhas, a terra ficou despida, fria, desolada. Ao cantar dos pássaros sucedeu o silêncio. Só o céu zangado massacrava a terra com chuvas e raios. Apática, Deméter enrolava-se triste no seu manto, não deixando sair nada do seu poder divino a favor do Mundo. Assim aconteceu o primeiro Inverno.Todos os anos, nos três meses de ausência de Perséfone, sua mãe e a terra vestiam-se de luto. Mas quando a jovem regressava, as flores começavam a florir sob o chão que ela pisava, as folhas desabrochavam e os pássaros voavam em redor da sua cabeça. Perséfone trazia consigo a Primavera.E só quando terminavam as colheitas e Hades chamava, Perséfone descia ao reino das sombras, deixando atrás de si o Inverno.
Josias Arantes
(Meu mito preferido escrito por um colega da Pós)

segunda-feira, julho 21, 2008

Você é um acidente esperando acontecer


Don't turn around, don't turn around again.Don't turn around your gypsy heart.Don't turn around, don't turn around again.Don't turn around, and don't look back.Come on now love, don't you look back.
(nem gosto dessa banda.mas como posso amar tanto essa música? :)

quinta-feira, julho 17, 2008

Imitação Da Vida





era a imitação da vida com paredes falsas
o coração batendo preso na tomada
mas um dia a casa cai
já caiu a fase
um dia o resto vai
depois de traçar o seu plano e tentar ser humano
só esqueceu de como sair do personagem
mais um dia a casa cai
e fica exposto o homemque nesse dia vai
vai voltar a viver
e o coração bate outra vez
bate outra vez
era e explicação da vida de quem vê de fora
conhece tudo olhando o mundo da janela
mas um dia a casa cai
se alguém forçar a porta
acho que o resto vai
vai voltar a vivere o coração bate outra vez
bate outra vezmas um dia a casa cai
já caiu a faseagora o resto vai
vai voltar a viver
e o coração bate outra vez
bate outra vez

(Tom Bloch)

sexta-feira, junho 27, 2008

Junho - continuação do tal livro

E descobriram elas que o inverno chegara. E chovia aqui; e chovia lá. E aquelas criaturas iriam descer. Não tinham muito medo do que iriam encontrar. Tinham medo do que as esperava quando voltassem.

sexta-feira, junho 20, 2008

Abismo


Sobre o abismo de viver:


Não quero lhe falar sobre meus pensamentos caóticos que nunca param.
Quero contar uma coisa que não é alegre nem triste:a vida, sempre ela, não é exatamente um abismo. Viver é. Ao modo como se vive, é sim.Mas não importa o quanto o viver entedie e faça você pensar sobre o que está fazendo aqui exatemente.
Você não precisa encontrar a razão, nem buscar razões. Os sentimentos que vão surgindo sobre a vida, um segundo após o outro, é tudo o que importa. Suas concepções sobre o porquê precisa continuar fazendo o que faz ou porque não precisa, sobre o esperar, sobre o encontrar, nada vai fazer a sua vida parar. Então seja o seu abismo. Ou mesmo um abismo alheio. Isso é tudo o que resta para você, que precisa aprender a ver pequenas alegrias no tédio. Dependendo de como você olhar para o abismo, para o tédio que é o abismo, você pode ver as estrelinhas. Aquelas, pequenas estrelas que vão fazer você seguir em frente de um jeito melhor. E assim você não perde o compasso, mesmo estando no abismo. Ele continuará caótico, continuará existindo. E tudo ao seu redor também. Mas ele pode ser uma história. Como se o abismo fosse o nome de um livro ou de um filme que acaba sendo a sua vida. Aonde você nunca perde ou ganha porque não dá. Mas você também não desiste. Por causa das estrelinhas :)

quarta-feira, junho 04, 2008

Come, kiss my hand, angel



Existem coisas piores que a vida que você escolhe levar. Provavelmente aquela que você não escolhe levar e acaba te levando. Mas aí você não teve opção. Como nascer, por exemplo. Você não teve opção, tiraram você de lá brutalmente e te jogaram na vida. Você pode escolher seu mau. Você pode escolher ser impenetrável. Você pode escolher nunca esconder nada. Você também pode escolher ser bom, do tipo que não se importa com a dor. Você pode escolher esconder sempre (mesmo sem esconder-se).


As coisas piores que a vida que você escolhe levar não são importantes nunca, porque você não escolheu estas. Para as coisas melhores (aquilo que você já foi, aquilo que você quer ser, aquilo que você diz ser ou que sabe que é em algum lugar, mas não encontra) você não encontra espaço porque acabou aqui (talvez um pequeno espaço, por breves momentos, que de tão breves se tornam sonhos ridículos dos quais você tem ódio ao acordar). E o aqui foi apenas resultado dessas suas não-escolhas ou escolhas inconseqüentes feitas em razão de sentimentos racionais e/ou reais. E a realidade importa para você. Porque você é racional quase sempre. Mas você está sempre se questionando o porquê de ter vindo parar aqui, na realidade. Porque você não enxerga as opções que tinha. Ou ignorou todas elas de uma forma que parecia fazer sentido para a sua distância daquilo que se chama sonho.


Aprende-se desta forma. É uma forma ingrata de aprender, tudo bem. E aprende-se não sei o que exatamente. Mas preenche-se. Preenche-se de certa forma. Porque você está sempre vazio, procurando por respostas que você sempre procurou. E encontrou algumas em alguns pontos mágicos e infinitos do universo ir(real). E fica triste de saber que quando esses pontos não estão brilhando a sua vida parece não ter sentido nenhum. Mas você escolheu ser impenetrável e sincero. Então continua na mediocridade apenas para poder reclamar dela. Porque talvez você aprenda com essa mediocridade. Ou ela te preencha de uma maneira que você não consegue perceber. Porque essa mediocridade é você, filho do mundo do qual você não queria fazer parte.


Trazendo algumas pessoas para o seu mundo e mesmo não se revelando por completo para elas em razão de suas normalidades e talvez humanidades estúpidas você parece que preenche alguma parte do vazio de ser quem é. Talvez nesse seu entender não-humano ela possam estar se alimentando de algo bom, que é a percepção de que tudo o que as cerca não deveria ser como é. E que para elas talvez exita uma opção, porque elas podem escolher entre o antes e o depois. Mas é essa a sua contribuição. Somente para elas, para você não. Como uma espécie de arma sua contra a vida. Não a que escolheu, mas a que te escolheu.


Haverá em algum momento algum sentido? Algum sentido mágico sem fazer parte da confusão? Existirá em algum momento uma luta de espadas em campo aberto?


Não existe (não existirá) sentido no agora se a luta de espadas em algum momento não se travar. Não aquela que já aconteceu em outro tempo. Outra. Aquela do tipo que você não escolhe.


(inacredivelmente a dor parece uma boa opção nesse barco. que seja esta a imagem exatemente agora)

domingo, maio 04, 2008

(a) normalidade (?)


"Prazeres anormais matam o gosto pelos normais."
(Anaïs Nin - Henry e June)

segunda-feira, março 17, 2008

Sobre o presente, o passado e o futuro



E se este presente fosse a última noite do mundo?
(John Donne. Preces sob Ocasiões inesperadas)

___________



O tempo imaginário é indistinguível das direções no espaço. Se se pode ir para o norte,
pode-se virar e tomar o rumo sul; da mesma forma, se se pode ir para a frente no tempo
imaginário, deve-se poder virar e ir para trás. Isto significa que não pode haver diferença
importante entre as direções para a frente e para trás do tempo imaginário. Por outro lado,
quando se olha para o tempo "real", há uma diferença muito grande entre as direções para a
frente e para trás, como todos sabemos. De onde vem esta diferença entre o passado e o futuro?
Por que lembramos o passado e não o futuro?
(Stephen W. Hawking, Uma Breve História do Tempo)
....
Saudade de escrever. Mas estou muito caótica para isso agora. O presente sempre é uma maldita complexidade. Eu fico sufocada com tanta pensamento junto. Parece blog adolescente. Foda-se. Vou ver se continuo a história das gatas-humanas ainda esse ano.
.
(Acima, trechos achados por outros. Do livro do Giddens. To de novo travada nos agitos das teorias da modernidade. Aff!)

quarta-feira, janeiro 23, 2008

O por do sol do guaíba e as quase bundas da cá e do gui

Uma exceção à realidade do meu (ha ha ha) livro que vou continuar aqui, mesmo que com espaços pra poemas velhos e besteiras novas.

Vou tentar fazer com que todos escrevam aqui. São pessoas que estão se encontrando depois de 1 ano. Psicólogos, que engraçado^^

Bá: Nhaa, quero ir pra casa.
Cá:Vamos ver o pôr-do-sol.
Dani:Eu falei que não era uma quadra!
Gui: Por que atravessamos a rua?
Talita: Isso, façam isso pra eu não sentir saudade de vocês.
Rao: Um homem - eu ou a Ange?

(by gui - o único que escreveu, lol)

Bá: Nhá
Cá: Calma, todos terão a vez de dizer suas bobagens
Dani: Pela lógica, as galinhas não chegam até a rua
Gui: Você está supondo que as galinhas não dispõem de livre arbítrio
Talita: Deixa eu ver as narinas
Rao: Primeiro eu tirei uma foto da narina da Bá, depois eu tirei uma foto da narina da Talita



(by Cá - pela lógica, não é única)

segunda-feira, dezembro 24, 2007

Natal sem os gatos


Humpft.... natal sem vincent e camille. Espero que eles tenham comida molhadinha :)

domingo, novembro 25, 2007

Continuação


E elas foram para o norte. Encontrar aqueles que consideravam amigos. Mas elas eram gatos? Ou humanas? Na verdade as personagens dessa história são gatos que podem se transformar em humanos. Quando quiserem, não. Só às vezes. Na maioria da história são gatos. Humanas de vez em quando. Quando precisam. Não são poucas vezes. Essas que precisam. Agora encontraram novamente aquele humano que não se tramsforma em gato. É só humano. Mas tem poderes. E elas gostam (e têm medo, um pouco) desses poderes. Mas estão de posse da "maximator" no momento. Nada parece dar medo. Embora tenham. E muito.

sexta-feira, novembro 16, 2007

Sobre o morrer



- Vou contar uma coisa para você. Mesmo que você fique brava.

- Diz.

- Eu poderia morrer agora.

(e eu me senti feliz. e depois triste. e depois fiquei sem saber como me sentir...)





terça-feira, novembro 06, 2007

Aquelas duas - parte II




E as duas andaram, andaram, andaram. Até suas tripas diziam '- Pare. Nós não aguentamos mais. Se andarem mais um pouquinho nós mostraremos quem somos. Não temos medo de gatos.' Parecia não ter fim o caminho para casa. Mas era o efeito. Até que encontraram o jantar. O menino. O jantar. Que parecia também não ter fim. Era o efeito. Era o menino. Era o jantar.


(Créditos pela imagem: http://malach.deviantart.com/art/Prima-Nocte-press-photo-64170931)

sexta-feira, novembro 02, 2007

Devendo


Can you feel the wind blow, closer day by day

Blowing with a motion, for a brand new day

Demonchild, why have you been gone

Do you still miss, miss your family

Oh, I'll bet it hurts to loose so much

Can you feel the wind blow, closer day by day

Blowing with a motion, for a brand new day

Demonchild, what have you been throughI can still hear, hear you crying

So you better find a cure

Can you feel the wind blow, closer day by day

Blowing with a motion, for a brand new day


Little Demonchild
Beseech

.

.

(quando a gente tem um blog acha que se ficar muito tempo sem postar está devendo alguma coisa para ele. tipo os gatos quando ficam um tempo sem dar atenção para você. acontece com eles. acontece com você :)

(volto a escrever o livro qualquer dia desses. isso. aquele último post é o início de um livro que eu iniciei. sim. nem eu acredito. lol. esse post vai fazer parte dele quando eu tiver oitenta anos e publicá-lo. na foto, o vento: um gato.)

sexta-feira, outubro 12, 2007

Parte I - as duas humanas


- Bobalhão, disse o passarinho! - e as duas humanas avançam rindo muito a caminho de casa. Da casa de uma delas, pois a outra não morava na cidade onde elas faziam faculdade na época. Pareciam entorpecidas as duas, mas vá saber... Nunca se podia saber nada sobre aquelas duas.

terça-feira, outubro 02, 2007

What have I become?


Aquilo que outrora me incomodava tanto em mim agora parece que poderia ter sentido se voltasse a fazer parte do meu eu. Sempre achei que perdendo o que fosse ruim, me tornaria melhor. Não me tornei melhor. Não me tornei pior. Não me tornei.
(...)
"What have I become?My sweetest friendEveryone I knowGoes away in the end" (Hurt - como sempre)
...

sábado, setembro 29, 2007

Tudo o que eu quiser



" - Você realmente não entende, não é? - disse. - Eu não quero tudo o que eu quiser. Ninguém quer. Não realmente. Que graça teria ter tudo o que se deseja? Em um piscar de olhos e sem o menor sentido. E daí?"

.

Alguma coisa você aprende sempre. Nem que tenha que ouvir de uma criança corajosa com um amigo gato-falante-não-falante como a Coraline ;)

.